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Família de mulher morta em hotel desconhecia relacionamento da vítima com policial

Segunda-feira, 26 de Outubro de 2015 às 21:05

O caso das duas mulheres mortas no hotel Golden Beach, em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, nesse domingo (25), ainda deve demorar para ter fim. Após ser passado para a Delegacia de Homicídios de Jaboatão - a expectativa é que isso ocorra na tarde desta segunda (26) -, o delegado designado para o caso terá 30 dias para concluir o inquérito, prazo que pode ser prorrogado por mais um mês.

A recepcionista Pamela Ferreira de Oliveira, 25 anos, teria sido morta no Golden Beach pela técnica em enfermagem Juliana Saboia Ferreira da Silva, 28, após discussão motivada por ciúmes de um policial civil identificado apenas como Fábio Serafim. A informação é que Juliana havia se separado há 15 dias do policial.

De acordo com a delegada Gleide Ângelo, que estava de plantão na Força Tarefa do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), as mulheres teriam discutido na área da piscina do hotel. O policial, suposto motivo da briga, teria saído para buscar reforço após perceber a briga aumentar. Ao voltar, teria encontrado as duas já dentro do flat, onde Juliana teria ameaçado e atirado em Pamela. Em seguida, um policial atingiu Juliana.

Juliana Saboia, 28 anos, teria atirado na amiga do ex-companheiro

Juliana Saboia, 28 anos, teria atirado na amiga do ex-companheiro Foto: reprodução/TV Jornal

Pamela ainda foi encaminhada para a UPA de Barra de Jangada, no Grande Recife, e Juliana para o Hospital da Aeronáutica e em seguida para o Hospital da Restauração, na área Central do Recife. Nenhuma das duas resistiu aos ferimentos. A polícia ainda não sabe se Juliana chegou ao local armada ou se usou alguma arma do policial.

No Instituto de Medicina Legal (IML) nesta segunda-feira (26), em Santo Amaro, área central do Recife, uma tia de Pamela que não quis se identificar disse que a família não sabe o que realmente aconteceu. "Estamos sem chão, a gente não esperava, foi uma surpresa para todos. (...) Ela era muito honesta e trabalhadora", afirmou. A tia disse que não tinha conhecimento de suposto relacionamento da sobrinha com o policial. 

Ainda de acordo com os familiares, Pamela era solteira e morava sozinha com os três filhos (de 8, 5 e 3 anos) no bairro de Água Fria, na Zona Norte do Recife. Ela fazia curso de administração de empresas e era recepcionista.

O velório e sepultamento serão realizados no Cemitério de Santo Amaro, também no Centro, ainda sem horário definido. Ao 12h, a família aguardava a liberação do corpo de Pamela. O corpo de Juliana chegou ao IML mas também não foi liberado. A família dela não quis falar com a imprensa.

© Verdade FM
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