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Suspeito de canibalismo nega uso de carne humana em coxinhas

Sexta-feira, 30 de Outubro de 2015 às 21:24

A TV Jornal exibiu entrevista exclusiva com Jorge Negromonte, um dos suspeitos de matar, esquartejar e enterrar o corpo de três mulheres em Pernambuco. Ele, a esposa Izabel Cristina e a amante ficaram conhecidos como os “Canibais de Garanhuns” após a divulgação de que teriam comido e utilizado partes dos corpos das vítimas em coxinhas. Os réus foram condenados por um dos crimes, cometido em Olinda, e irão a julgamento por outros dois cometidos em Garanhuns. 

Na entrevista concedida ao repórter Thomás Alves, Jorge afirma que cometeu os crimes após parar de tomar remédios controlados. “Eu tomava remédio porque desde os 17 anos que eu fui diagnosticado com esquizofrenia paranoica. Aí eu deixei de usar a medicação porque ela mesma [Bruna] dizia que eu era muito forte porque eu praticava musculação. Daí em diante que começou tudo isso que a mídia falou”, relata.

Trio foi julgado por um dos crimes em Olinda



Trio foi julgado por um dos crimes em Olinda

O acusado afirma ainda que os suspeitos não utilizaram carne humana na produção de coxinhas. “A parte da coxinha não é real. Izabel fazia encomendas de empadas e cozinhas, aí o delegado de Garanhuns perguntou: 'Você não colocou nenhum produto humano na carne não?' e Izabel disse que se aquele produto que estava no congelador era humano, então eu coloquei. Mas isso não está nem no processo. A parte da coxinha é mentira. […] Meu maior arrependimento, 100% do meu arrependimento, foi ter deixado os remédios a partir de 2008”, conta.

Durante a audiência dessa quinta-feira (29), foram ouvidas testemunhas de acusação e defesa dos réus. A juíza da cidade deverá analisar o pedido da promotoria para levar a júri popular o trio acusado pelas mortes de de Giselly Helena da Silva, 31 anos, e Alexandra Falcão da Silva, 20 anos, ocorridos no ano de 2012.

ENTENDA - Jorge Beltrão, Izabel e Bruna estão presos desde abril de 2012. O trio revelou que participava de uma seita chamada Cartel, que tinha por objetivo purificar o mundo e realizar o controle populacional eliminando mulheres. De acordo com as investigações, Jorge Beltrão detalhou, em uma espécie de diário macabro, os crimes que praticava com as vítimas. Para realizar os homicídios, esquartejar e até comer partes dos corpos das vitimas, Jorge contou com a parceria da ex-mulher, Isabel Cristina, e a lealdade da amante, Bruna.

Em 2014, o trio foi julgado e condenado por, no ano de 2008, assassinado, esquartejado e comido também a carne do corpo da adolescente de 17 anos Jéssica Camila da Silva Pereira. O fato ocorreu na residência onde os mesmos residiam na época, no bairro de Rio Doce, em Olinda. O júri popular ocorreu em Olinda.

© Verdade FM
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