Notícias » Ciência e Saúde

 

Últimas notícias

  • 10/11 15:04 - Mais de 100 toneladas de lixo são encontradas em penitenciárias de Itamaracá

    Continuar lendo
  • 9/11 21:13 - Mega-Sena especial tem 3 sorteios e prêmio de R$ 55 milhões nesta semana

    Continuar lendo
  • 9/11 21:09 - Campanha contra câncer de próstata do Hospital Português vai atender até 300 homens

    Continuar lendo
  • 9/11 21:08 - Atentado com mulheres-bomba deixa 4 mortos no Camarões

    Continuar lendo
  • 9/11 21:06 - OAB fechará posição sobre apoio ou não ao impeachment no início de dezembro

    Continuar lendo
  • 9/11 21:04 - Relator setorial do Bolsa Família contraria Barros e rejeita corte

    Continuar lendo
  • 9/11 20:59 - UPE começa a divulgar os cartões de inscrição do SSA3

    Continuar lendo
  • 9/11 20:58 - Agência do Trabalho oferece vagas de emprego em Santa Cruz do Capibaribe

    Continuar lendo
  • 9/11 20:57 - Duas mulheres morrem após colisão entre carro e cavalo em Garanhuns

    Continuar lendo
  • 9/11 20:56 - Família diz que menino morreu atropelado por metrô no Recife

    Continuar lendo

No Recife, paciente conta sua experiência com a pílula do câncer

Terça-feira, 3 de Novembro de 2015 às 20:23

Aos 33 anos, mãe de dois filhos, a recifense Alda Lucas de Souza descobriu um nódulo na mama esquerda que chegou a ser confundido, inclusive por médicos, com “leite pedrado” após o período de amamentação. Essa poderia ser mais um história de paciente com câncer de mama se não fosse por um fator extra: a polêmica pílula do câncer, à base da substância fosfoetanolamina, produzida pela Universidade de São Paulo (USP).

 

Entre o diagnóstico em março e o mês de setembro, Alda fez três grupos de sessões de quimioterapia, cada uma de uma tipo diferente, passou por uma mastectomia e descobriu que a doença voltou aos seio mesmo após a intervenção cirúrgica e apresentou um novo nódulo, desta vez no pescoço.

Depois de escutar dos médicos que não havia mais o que fazer, a não ser tomar alguns medicamentos paliativos, Alda e a família se viram sem esperanças. Ela ficou debilitada, não conseguia mais falar, respirava com dificuldade, não tinha apetite e sentia muita dor. O esposo dela, Eládio Amorim, não aceitou a ideia de ver sua companheira definhar e sofria ao ter que explicar aos filhos que “a mamãe estava muito doente e morrendo”. Ele iniciou uma busca incessante por um meio de vê-la reagir. 

Mudança na alimentação, terapia com argila, e outros caminhos já relatados por outros pacientes foram alguns meios tentados pelo casal, até que Eládio assistiu uma reportagem sobre a pílula do câncer. Sem Alda saber, buscou orientação com os próprios pesquisadores, entrou em contato com uma advogada em São Paulo e conseguiu na Justiça uma liminar que lhe dava acesso à substância que é apontada como a cura do câncer.

“Quando ele me disse que tinha arranjado uma cura para mim eu chorei muito. Aí foi só esperar o medicamento chegar. Postamos foto nas redes sociais mostrando que o pacote tinha chegado. Apenas 48h tomando três comprimidos por dia eu não sentia mais nada. Pedi para passear, ele me levou para o Parque Dona Lindu (na Zona Sul do Recife) e eu até andei de bicicleta. Logo eu que não conseguia nem dar três passos que ficava ser ar”, conta Alda Lucas, confiante que a polêmica pílula lhe trouxe esses benefícios.

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
© Verdade FM
BRLOGIC